Artigos e notícias de minha autoria e de outras q contribuam p/ a caminhada dos cristãos e de todos aqueles q têm um coração aberto para a ação de Deus em suas vidas. Sou a favor da vida, da família tradicional (Homem+Mulher+Filhos), da liberdade de crença, de expressão, de imprensa, do empreendedorismo, do respeito à propriedade privada, do pluripartidarismo, da alternância do poder, q as riquezas e as instituições do Brasil beneficiem todos os seus cidadãos.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
SITE DE PERGUNTAS E RESPOSTAS AOS ÓRGÃOS PÚBLICOS
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
POR QUE NÃO TÍTULOS?
A QUEM PERTENCE? Versão original atualizada
O nosso país teve três povos básicos na sua formação étnica: o português, o africano e o índio, todos sem autodeterminação; dirigidos, ou pela nobreza, diretamente de Portugal (no caso dos nobres falidos que vieram ganhar a vida no Brasil para saldar suas dívidas na Metrópole), ou pelos senhores de engenho (que subjugavam os negros e índios).
Certamente essa visão de que o capital, o patrimônio ou mesmo o instrumento de trabalho pertence ao patrão, levou o brasileiro culturalmente, a ter pouco ou nenhum zelo pelo patrimônio público, imaginando que este não lhe pertence, mas sim ao seu “patrão-colonizador-explorador”, o Estado.
Conhecemos expressões como: “o Estado é rico”, “não sou eu mesmo quem paga...” etc. Puro engano! Somos nós sim que pagamos, com os impostos arrecadados.
A compreensão do que é viver em comunidade é muito tênue, nos grandes centros urbanos, onde impera o individualismo, o comodismo, o imobilismo e outros “ismos”, que têm contribuído para enfraquecer o que é comum, solapando também, o sentimento da própria solidariedade humana.
Poucos são os cidadãos que se atrevem a cuidar de uma árvore que foi plantada em frente à sua casa, regando-a em tempo da seca. Por certo, a maioria pensa que é isso coisa para o Governo. Dada a nossa realidade, ficamos envergonhados quando em certo noticiário sobre o Japão, vimos senhoras de uma grande cidade varrendo a calçada em frente às suas casas.
Há alguns anos atrás, ficamos atônitos ao ouvir uma entrevista na qual o Secretário da Educação do Distrito Federal, à época, afirmava que o Governo daquela Unidade da Federação gastava por ano, na reforma do mobiliário escolar depredado, o equivalente ao dispêndio com a construção de três escolas. Que tristeza!...
Certas pessoas no poder confundem os bens públicos com os seus particulares.
No nosso país o vocábulo “mordomia”, é empregado de modo mais usual, vinculado aos benefícios de quem, de forma e modo privilegiado, beneficia-se dos recursos públicos, em decorrência do exercício de um cargo relevante na Administração Pública. Tal conotação constitui-se desvirtuamento do significado etimológico da palavra, que é: cargo ou ofício do mordomo (administrador), e não os benefícios por ele auferidos.
É sabido que há um princípio da Física que “a cada ação correspondente uma reação”. Lembramos que na história de alguns países do terceiro mundo, ditadores e seu bando, ao longo de gerações ou mesmo no período em que estiveram no poder, realizaram verdadeira pilhagem na economia de seus países, e, quando foram derrubados, ficaram correndo de país para país, até que a opinião pública internacional os esquecesse. Consequência: o país sempre é deixado em estado deplorável.
A “lei de Gerson” está arraigada na mente de uma parcela expressiva dos cidadãos brasileiros, infelizmente. independentemente do nível de instrução ou econômico. Os males de nosso país carecem de serem debelados simultaneamente através das suas causas e consequências.
A prevenção tem que andar de
mãos dadas com a repressão e vice-versa. Além das medidas de prevenção
existentes, seria muito bom que as crianças e adolescentes fossem ensinadas a
melhor utilizar os recursos públicos, como disse o sábio Salomão: “Ensina a
criança o caminho que deve andar, e mesmo quando envelhecer não se desviará
dele” (Provérbios 22:6). Para que isso aconteça é necessário a introdução no
currículo escolar do Fundamental ao Médio, pelo menos, de matérias que façam o
educando entender que o Estado não cria recursos, mas que os arrecada dos
cidadãos, administra e aplica-os, por conseguinte, os bens e recursos públicos
devem ser mais preservados e melhor utilizados.
Deveriam estar mais integrados e participarem desse processo da conscientização, órgãos diretamente envolvidos nas atividades de Controle Interno, Externo, Educação, Polícias, Ministérios Públicos e setores da sociedade civil pertinentes a tais atividades. Bom seria que a visão de bom uso, parcimônia e zelo dos recursos públicos fosse estendida, também, aos Estados, Municípios e às famílias, Brasil a fora.
A impunidade daqueles que cometem prevaricações no exercício do cargo público e abusos contra a economia popular tem sido constante. Isso por razões das mais variadas. Classe que se encontra no poder, auto comprometida, polícia e justiça deficientes (com carência de recursos humanos e materiais, ensejando grande espaço entra a ocorrência do evento delituoso e a sentença respectiva). Divulgações estrondosas dos escândalos envolvendo o Poder público e inexpressivas propagações das sanções, quando aplicadas.
As comunidades locais poderiam cooperar mais com as autoridades no combate a esse mal nacional, o mau uso e depredação dos bens públicos, comunicando aos pais e juizados de menores, quando os infratores forem menores, colocando os nomes dos vândalos em locais facilmente lidos pela comunidade, nos boletins do condomínio etc. O infrator deveria ser punido não só penal, patrimonial, mas ética e/ou psicologicamente.
Certa vez a mídia mostrou uma infratora de trânsito nos Estados Unidos cumprindo uma decisão judicial, andando pela rua com uma placa que dizia: “Só uma pessoa insensata com eu poderia passar pela calçada para ultrapassar um ônibus escolar.” Que a nossa Justiça tenha respaldo legal para imporem condenações tanto a transgressores do trânsito em infrações grotescas, como àqueles que dilapidam os recursos públicos ou o depredam.
Quanto desperdício de alimentos, bens e serviços. Estes desperdícios começam em casa, passam pela escola, trabalho e por aí a fora. Já pensaram quanta coisa colocada no lixo que poderia ser aproveitada por alguém? Por que não criar uma central de coisas usadas que ensejasse a canalização das mesmas para instituições filantrópicas ou para serem distribuídas às pessoas carentes? Dizem que o nosso lixo é considerado um dos mais ricos do mundo. Há informações veiculadas pela mídia que o país desperdiça 39 mil toneladas de alimento por dia, que daria para alimentar 19 milhões de pessoas.
Dentro de uma sociedade justa ninguém deveria ter o direito de mal gastar mesmo, o que é seu, porque nesse bem ou serviço tem trabalho incorporado de outrem, que deveria ser respeitado e alcançar a maior amplitude social possível quanto ao uso.
Os bens e serviços postos à disposição da população deveriam ter melhor otimização na aplicação e uso por mais uma razão simples: desses, vários possuem insumos que são retirados da natureza e jamais são reincorporados a ela. Bom seria um freio ao consumismo do descartável, a natureza agradeceria, que na verdade ela é a voz criadora de Deus Criador, descrita no livro do Gênesis.
O homem que nunca andou mais de 200 km do local de nascimento, que no entanto os exércitos, armadas e parlamentos juntos, jamais influíram tanto na história da humanidade quanto Ele, Jesus de Nazaré, que veio ao mundo trazer soluções espirituais, materiais e sociais, deixou um exemplo excepcional do bom uso e aplicação dos bens e recursos, quando após a multiplicação dos pães e peixes, disse aos seus discípulos: “Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca” João 6:12.
O consumismo inconsequente tem sido uma doença nacional. Um Estado torna-se economicamente forte na razão direta da capacidade de poupança de seus cidadãos.
Está sendo criada uma geração embrutecida, alimentada por fantasias das novelas e do maravilhoso mundo do consumismo. Quais as medidas tomadas pela Igreja de Jesus em nosso país, dentro e fora de suas paredes, para neutralizar essa ação maligna?
É hora da formação de uma consciência ética mais elevada, e de uma cidadania mais responsável, para construirmos uma nação justa, sólida e, por conseguinte, feliz!
Obs.: Este artigo foi publicado originalmente nos anos noventa no Informativo da UNITEC - União Nacional do Técnicos de Controle Externo do TCU, atualmente: AUDITAR: União dos Auditores Federais de Controle Externo.
Manoel Soares Cutrim Filho, cristão, graduado em Ciências Contábeis e em Direito pela UNB, Auditor Federal de Controle Externo do TCU - aposentado, patriota, conservador e cristão.
E-mail: cutrim@terra.com.br
domingo, 12 de julho de 2009
A RATOEIRA NA FAZENDA

Educação Política de Um Povo Versão Original
Manoel
Como
cristão faço minhas as palavras de João apóstolo, afirmando que o mundo todo
está debaixo do poder do Maligno (Jo 5.19). O coração do discípulo de
Cristo sabe que somos cidadãos de dois mundos, um temporário, que é aqui
na terra, e outro eterno, onde viveremos para sempre, sobre o pleno Governo de
Deus, sem interferências externas. Nesse Reino, não haverá mais morte, nem
luto, nem pranto, nem dor, porque Ele enxugará toda a lágrima
dos olhos daqueles que estarão com ele (Ap 21.4). No entanto, durante
o tempo que vivermos aqui, neste mundo, além de não tirarmos os olhos daquele que
estar por vir, devemos viver neste, como se habitássemos em um
imóvel que daqui a certo tempo iremos nos mudar, todavia, precisamos cuidar
dele para que não seja acelerada a sua deterioração, não cresça o
mato no seu interior e com isso venha os insetos, roedores, animais
peçonhentos, etc. e gere um caos em nossa habitação. A nossa
responsabilidade como cidadão e a nossa atitude em relação à vida política do
Município, do Estado e do Brasil, tem muito a ver com esse cuidado! Sobre este aspecto, desejo conversar
um pouco com vocês.
A
“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele
não ouve, não fala nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que
o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato
e do remédio depende das decisões políticas. O analfabeto político é tão
ignorante que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não
sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor
abandonado, o assaltante e o pior de todos os bandidos, que é o político
vigarista, pilantra, o corrupto e o lacaio das empresas nacionais e
multinacionais”.
Em uma eleição
o povo exerce a sua mais elevada expressão de cidadania, por meio do voto universal (um voto para cada eleitor) de forma secreta, só ele e a sua consciência. Com o voto
universal, todos estão nivelados: ricos e pobres, homens e mulheres, religiosos
e ateus, sábios e ignorantes. É um
direito-dever que não pode ser negado, nem tampouco deveria qualquer cidadão se
omitir.
A Ciência
Política ensina que o ideal é que todos os eleitores votem. Não é aconselhável
votar nulo, porque significa um ato de grosseria, uma atitude antidemocrática
dizendo que não concorda com a realização do pleito. É o que defendem os
anarquistas e os autoritários: “Quanto pior, melhor”.
O
Uma das
Uma motivação
O bom
candidato não é aquele que vejo com melhor potencial de fazer algo “
É muito importante que o voto não seja dado aos
candidatos
somente porque são nossos parentes,
irmãos da igreja, vizinhos, amigos, colegas de trabalho, etc., ou como uma
forma de gratidão, mas aos que preenchem os requisitos acima mencionados. [3] O
Quando
No nosso entender, um líder eclesiástico não
deve fazer campanha para este ou aquele candidato, este ou
aquele partido, mas ensinar qual é o perfil de um bom aspirante a um cargo
eletivo, segundo os princípios antes mencionados. Os candidatos e partidos passam, mas os princípios são permanentes, daí
ser melhor que esse líder, por sabedoria, não participe de campanha eleitoral
em favor de candidatos ou partidos, porque se assim proceder, perde a sua
imparcialidade, onde está grande parte de sua autoridade.[4]
Só vemos razão para que um líder eclesiástico
se engaje em campanha eleitoral, se for para tomar uma atitude profética,
denunciando e alertando o povo, contra algo frontal à Palavra de Deus, como: defesa do aborto, casamento entre pessoas do mesmo sexo, controle
da liberdade de opinião e de crença, bem como desrespeito á propriedade privada
e ao livre mercado. Tudo sistema que visa
suprimir o livre arbítrio, confronta com as Sagradas Escrituras.
Os partidos políticos são transitórios,
todavia, a Igreja do Senhor Jesus estará aqui até que Ele volte. Qualquer
alinhamento de uma igreja a determinado candidato, partido ou ideologia, por
razões meramente eleitorais, pode deixá-la à mercê de instabilidades. Sábia é a afirmação de Ben Wong, representante
da liderança mundial do Ministério Igreja em Células: “É certo que cristãos como
indivíduos participem da política, mas não a Igreja como instituição. A igreja
pode e deve exercer influência, mas sem forçar a nada. Jesus sempre exerceu boa
influência, mas não forçava ninguém a nada. A Igreja não deve impor convicções
políticas.” [5]
Jesus
Após as eleições, cabe ao eleitor acompanhar o mandato dos eleitos, conferindo se os mesmos estão sendo coerentes com as suas propostas de campanha e com a dignidade do cargo, apoiando ou repudiando os seus atos, de forma efetiva e pelos canais apropriados. Portanto, O VOTO NÃO TEM PREÇO, TEM CONSEQUÊNCIA!
* Manoel Soares Cutrim Filho, graduado em Direito pela UNB, advogou por mais de vinte e cinco anos, Auditor Federal de Controle Externo do TCU – aposentado, patriota, conservador e cristão. E - mail: cutrim@terra.com.br
Colaboração:
Diana Larsan Cutrim, psicanalista clínico, mãe, dona de casa, patriota, conservadora
e cristã.
[1] Manoel
[2]
[3] Op.
cit., ABU
[4]
[5]
quarta-feira, 17 de junho de 2009
NOTÍCIAS MISSIONÁRIAS MOÇAMBIQUE
TESTEMUNHO
“…falou-me a respeito de Jesus, sendo que foi pela primeira vez na minha vida que eu ouvi falar dEle” O meu nome é Ussene, sou um jovem de 24 anos de idade, pertenço a tribo Koti do distrito de Angoche.
Nasci numa família muçulmana, desde criança o meu pai levava-me à mesquita, onde aprendi o alcorão que me ensinava a adorar Allah como deus.
Certo dia, passeando nas ruas do bairro, um dos representantes da Igreja de Cristo em Angoche chamou-me e falou-me a respeito de Jesus, sendo que foi pela primeira vez na minha vida que eu ouvi falar dEle. Ele me apresentou Jesus como único caminho para a verdade e salvação, e eu decidi seguir este Jesus. Falei ao representante da igreja que tinha muito medo da reação do meu pai quando este soubesse . Ele convidou-me para ir à igreja, assim comecei a frequentá-la às escondidas. Estava tão alegre por ter encontrado a Jesus que comecei a entoar em casa, as canções que aprendi na igreja, muito baixinho, mas os meus irmãos ouviram e foram falar ao meu pai, este quando descobriu, expulsou-me de casa e ordenou aos meus familiares que eu não poderia morar com nenhum deles.
Peguei as minhas roupas e fui para a casa do pastor que acollheu-me e deu-me todo apoio, assim vivi com ele cerca de dois (2) anos.
Perseverando no caminho do Senhor, a liderança da Igreja de Cristo trouxe-me para morar no Centro de Treinamento Missionário em Nampula. Eu tinha muita dificuldade em relacionar com as pessoas, muitas vezes fui disciplinado para mudar o comportamento, ficava triste, aprendi que o Espírito Santo poderia me mudar, Graças a Ele hoje sei me relacionar com as pessoas.
Eu tenho aprendido muito aqui na Missão Esperança, hoje estudo no 2º Ano do II Grau. Sou professor do Centro de Educação Esperança, leciono no 1º e 2º ano primário.
Gostaria de agradecer a todos que tem contribuido financeiramente e com orações pelo trabalho da Missão Esperança em Moçambique, pois como eu, há mais jovens que tem encontrado apoio aqui e tem tido a esperança de um futuro melhor!
Deus vos abençoe!
Ussene. Missionários: Kléber e Juracema Ribeiro
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