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sábado, 24 de junho de 2017

Reportagem do Domingo Espetacular sobre Design Inteligente

A Teoria do Design Inteligente (TDI) é uma teoria científica que emprega os métodos comumente usados por outras ciências históricas para concluir que muitas características do Universo e dos seres vivos indicam a existência de um ser superior na criação da natureza.



Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=UG0TF27QHq4

Outros posts sobre o assunto:
- Eles desafiam Darwin - Defendem o fim da Teoria da Evolução, como paradigma (padrão)
- Exemplos de intolerância Marxista


sábado, 17 de junho de 2017

Exemplos de intolerância Marxista


Os marxistas querem enfiar ‘goela abaixo’ das pessoas as suas doutrinas, mas quando alguém se dispõe a mostrar para quem interessa os seus pontos de vista, que divergem do que defendem os marxistas, estes de forma INTOLERANTE procuram impedir que a pessoa apresente tal argumentação, contrária a deles. Vejamos exemplos que confirmam esta afirmação. Afinal de contas, se sentem Senhores da Verdade!
O primeiro exemplo: A Revista Istoé, do dia 30.10.13, na sua Coluna, Comportamento, publicou um artigo; Deus fora da Unicamp, onde o mesmo mostra que fora marcado o “1° Fórum de Filosofia e Ciência das Origens”, na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), foi cancelado na véspera, sob uma enxurrada de e-mails indignados de professores da própria instituição de ensino, uma das mais respeitadas do País. O motivo? Os cinco convidados a falar sobre filosofia e ciência eram nomes ligados ao “criacionismo científico”, que nega a teoria da evolução de Charles Darwin, mas, ainda assim, busca evidências científicas para desvendar o universo – sem contradizer a existência de Deus ou os preceitos da Bíblia. 
Não é a primeira vez que isso acontece. Em 2008, depois de uma série de reclamações, a Universidade Federal de São Carlos (SP) cancelou uma palestra do físico brasileiro de renome internacional, Adauto Lourenço, sobre “criacionismo e teoria da evolução”. Em 2007, o bioquímico americano Fazale Rana esteve na mesma Unicamp para falar de “design inteligente”, linha de pensamento que atribui a um criador a existência da vida na Terra. Professores conseguiram retirar o logo da universidade dos cartazes da palestra de Rana, mas não impediram a conferência. 


 EMBATE

O arqueólogo Rodrigo Silva (à esq.), um dos palestrantes do evento cancelado, 

e o físico Leandro Tessler, que mobilizou acadêmicos contra o Fórum 
O Segundo exemplo de intolerância de marxistas ocorreu, recentemente em Goiânia – GO, onde a professora, Thais Godoy Azevedo foi impedida de ministrar sua palestra “Desmascarando o Feminismo”, na UFG, teve que sair do local do evento, escoltada por voluntários. Nem a direção da Universidade nem a polícia garantiu o livre exercício da liberdade de expressão, nesse episódio, uma vergonha!
Breve vídeo:

Conclusão
Qualquer ato de intolerância à liberdade de expressão fere um dos Direitos Fundamentais Garantidos pela Constituição da República, o DIREITO DE EXPRESSÃO. Se esses abjetos atos fossem realizados por pessoas não marxistas certamente ganharia manchetes nacionais, intitulando quem os praticasse de “Golpistas, e Fascistas, Nazistas, Reacionários”, etc., mas como não foram, a grande mídia não deu destaque .... Cabe aos brasileiros de bem defenderem os seus pontos de vistas e fazerem valer, por meios legais e democráticos, esses exercícios, e para tanto, que as pessoas de bem cerrem fileiras, se unam, denunciem esses abusos pelas redes sociais, junto ao Ministérios Público e onde entender necessário, para que esses direitos sejam exercidos, pois são próprios de uma sociedade livre e com pluralidade de ideias!
Manoel Soares Cutrim Filho, graduado em Direito pela UNB, advogou por mais de 25 anos, Auditor Federal de Controle Externo do TCU – aposentado e patriota .

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Eles desafiam Darwin - Defendem o fim da Teoria da Evolução, como paradigma (padrão)

Cientistas brasileiros se aliam a um grupo de acadêmicos americanos e começam a defender nas universidades do País que a vida teria sido criada por uma mente inteligente
Paulo.Rodrigo Cardoso (rcardoso@istoe.com.br)
Toda vez que é instada a dissertar sobre o início do universo e da vida, a maioria da comunidade científica apoia-se nos princípios de Charles Darwin (1809–1882), o biólogo e naturalista inglês que explicou a origem da diversidade da vida na terra com a Teoria da Evolução. Para esses darwinianos, novas espécies de seres vivos surgem por meio de mudanças graduais, geradas pela descendência e guiadas pela seleção natural. Cresce no País, no entanto, um grupo de cientistas de currículos robustos dispostos a quebrar o paradigma da biologia evolutiva, defensores da Teoria do Design Inteligente (TDI). A vida, para eles, não se desenvolveu na Terra de forma natural, mas projetada por uma mente inteligente. “Conhecimentos científicos em bioquímica e biologia molecular cada vez mais apurados nos permitiram abrir a caixa preta chamada célula e enxergar nela um conjunto imenso de máquinas moleculares dotado de uma complexidade irredutível”, diz Marcos Eberlin, professor do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Não dá para pensar num motor desse tipo produzido por forças naturais. Foi decisão de uma inteligência que existe no universo.” Autor de mais de 650 artigos científicos com mais de dez mil citações e comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico, Eberlin é o porta-voz brasileiro da TDI, um movimento que nasceu nos Estados Unidos no final dos anos 80. Por lá, há cerca de três mil adeptos, como químicos, bioquímicos, biólogos e físicos. Aqui, os seguidores ganharam corpo com a Sociedade Brasileira do Design Inteligente, constituída no mês passado. Com Eberlin na presidência e um comitê científico composto por alguns ex-darwinistas, a entidade recentemente deu vida ao 1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente, em Campinas, no interior de São Paulo.
POLÊMICA,  Marcos Eberlin, professor do Instituto de Química da Unicamp (acima), e o americano Paul Nelson: eles defendem o fim do paradigma da Teoria Evolutiva

Ao final do ciclo de palestras, no domingo 16, que contou com a presença de cientistas do exterior, como o filósofo com especialização em biologia evolucionária Paul Nelson, entre os 370 participantes, o número de membros da sociedade saltou de 220 para 300. “Seremos 500 até o final do ano, mil até o ano que vem e cinco mil em cinco anos”, afirma o químico da Unicamp. “Não somos inimigos de Darwin, mas amigos da ciência. Queremos restabelecer a verdade científica”, diz ele, que é membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC). Por enquanto, porém, eles têm causado controvérsia na comunidade científica. Para o especialista em genética evolutiva Diogo Meyer, a TDI tem credibilidade quase nula. “Eles não são da área para a qual pretendem contribuir. São químicos, pessoas que atuam na biologia molecular, bioquímica, e não trabalham com a evolução, diversidade biológica ou genética”, afirma ele, que é biólogo do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). “É como se eu, que trabalho com evolução, argumentasse contra as interpretações mais convencionais da Revolução Francesa.”




Para os darwinianos, a TDI é um movimento de criacionistas que tenta dar uma roupagem de teoria científica à fé deles. “A gente diz por que a evolução dá conta de explicar as estruturas complexas das moléculas celulares, mas quem está atacando uma ideia já vigente precisa arregaçar a manga e mostrar serviço, o que não ocorreu até agora”, afirma Meyer. Evangélico batista, o químico Eberlin argumenta que tentam rotular o selo de religião na TDI para classificá-la como pseudociência. A universidade da qual ele é docente chegou a divulgar o Congresso sobre Design Inteligente em sua página no Facebook mas, de acordo com Eberlin, sofreu pressão para remover o anúncio. A Unicamp explicou, por meio de sua assessoria, que após verificar que o evento não conta com participação institucional concluiu que não justifica a sua divulgação. O porta-voz da TDI chama seus opositores de pitbulls de Darwin. Para eles, o químico, presidente da Sociedade Internacional de Espectrometria de Massas, é um charlatão. O docente, porém, continua aceitando convites para palestrar em universidades e explanar que fomos planejados e não gerados por processos naturais.

Foto: João Castellano/Ag. Istoé


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