quinta-feira, 17 de maio de 2012

Bactérias: Jogo dos Oito Erros

Roberto Figueiredo, biomédico (Doutor Bactéria)


Primeiro erro:
Colocar carnes debaixo da torneira.
Primeiro, você perde nutrientes. A carne fica esbranquiçada.
Segundo: a contaminação que existe vai aumentar, porque aumenta a
quantidade de água e as bactérias vão penetrar mais ainda. A única carne
que você lava é o peixe e só para tirar escamas e a barrigada.
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Segundo erro:
A quantidade de detergente que costumamos por na esponja para lavar
louça é mais um hábito condenado pelo doutor Bactéria.O detergente nunca
deve ser colocado direto na esponja. Vai ser muito difícil enxaguar todo
esse detergente. O resto de detergente que fica junto com os alimentos
pode no futuro dar um problema para a sua saúde.Para limpar sem exagero,
você precisa apenas de oito(8) gotas de detergente em uma bacia com um
litro de água.
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Terceiro erro:
Nunca usar tábua de carne de madeira.
Na tábua de madeira as bactérias estão te aplaudindo! Tábua sempre de
plástico ou de vidro.
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Quarto erro:
Muita gente também evita guardar comida quente na geladeira.
Doutor Bactéria derruba um dos mitos mais difundidos entre as donas de
casa...
Doutor Bactéria: O único problema que pode existir é que vai aumentar um
pouquinho o consumo de energia, mas não vai estragar a geladeira de modo
algum.
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Quinto erro:
Mas nada disso adianta se você guardar na geladeira o recipiente
tampado.
O ar frio vai bater na tampa. Vai demorar muito para resfriar. As
bactérias vão adorar! Então, coloque tudo destampado.Depois de duas
horas é que você vai fechar.


Sexto erro:
As pessoas pegam a lata de leite condensado e fazem dois buraquinhos
minúsculos, um de cada lado. Sai leite condensado por um lado e pelo
outro entra uma chuva de bactérias.
Abram a lata inteira.. Use um recipiente que pode ser de plástico ou de
vidro e sempre sirvam com uma colherzinha. Depois tampem e guardem em
uma geladeira.
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E quando se fala em doce, a gente não pode esquecer as formigas.
Você provavelmente não se importaria se encontrasse uma formiguinha em
cima do seu bolo, não é?
Doutor Bactéria: E se fosse uma barata?
Marina Scherb, de 12 anos: Aí eu não como.
Doutor Bactéria: Se a gente pegar uma barata, matar essa barata, deixar
no meio da cozinha, no dia seguinte, cadê a barata?
Marina: Sumiu.
Doutor Bactéria: Quem levou?
Marina: As formigas...
Doutor Bactéria: A mesma que estava em cima do bolo?
Marina: É...       (as vezes  chegam tarde...)
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Sétimo erro:
Ignorar as formigas.
Doutor Bactéria: As formigas são consideradas até maiores agentes
transmissores de bactérias do que a própria barata.
Doce com formiga só pode ter um destino: a lata de lixo.
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Oitavo erro:
Nem na hora dos parabéns o Doutor Bactéria perdoa:
Soprar a velinha é o mau hábito que completa o jogo de sete erros.
Testes comprovam que o bolo fica contaminado por bactérias de saliva.
Esta bactéria produz uma toxina que pode ocasionar aquelas intoxicações
com 24 horas de vômito e mal-estar.Por isso, evite deixar o bolo fora da
geladeira.Daqui por diante, faça a coisa certa e xô bactéria..

Fonte: Recebido por e-mail

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Bispo da Igreja Católica se Manifesta Sobre Programação da TV Brasileira.

Por Dom Henrique Soares, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Aracajú-SE




A situação é extremamente preocupante: no Brasil, há uma televisão de altíssimo nível técnico e baixíssimo nível de programação. Sem nenhum controle ético por parte da sociedade, os chamados canais abertos (aqueles que se podem assistir gratuitamente) fazem a cabeça dos brasileiros e, com precisão satânica, vão destruindo tudo que encontram pela frente: a sacralidade da família, a fidelidade conjugal, o respeito e veneração dos filhos para com os pais, o sentido de tradição (isto é, saber valorizar e acolher os valores e as experiências das gerações passadas), as virtudes, a castidade, a indissolubilidade do matrimônio, o respeito pela religião, o temor amoroso para com Deus.

Na telinha, tudo é permitido, tudo é bonitinho, tudo é novidade, tudo é relativo! Na telinha, a vida é pra gente bonita, sarada, corpo legal… A vida é sucesso, é romance com final feliz, é amor livre, aberto desimpedido, é vida que cada um faz e constrói como bem quer e entende! Na telinha tem a Xuxa, a Xuxinha, inocente, com rostinho de anjo, que ensina às jovens o amor liberado e o sexo sem amor, somente pra fabricar um filho… Na telinha tem o Gugu, que aprendeu com a Xuxa e também fabricou um bebê… Na telinha tem os debates frívolos do Fantástico, show da vida ilusória… Na telinha tem ainda as novelas que ensinam a trair, a mentir, a explorar e a desvalorizar a família… Na telinha tem o show de baixaria do Ratinho e do programa vespertino da Bandeirantes, o cinismo cafona da Hebe, a ilusão da Fama… Enquanto na realidade que ela, a satânica telinha ajuda a criar, temos adolescentes grávidas deixando os pais loucos e a o futuro comprometido, jovens com uma visão fútil e superficial da vida, a violência urbana, em grande parte fruto da demolição das famílias e da ausência de Deus na vida das pessoas, os entorpecentes, um culto ridículo do corpo, a pobreza e a injustiça social… E a telinha destruindo valores e criando ilusão…

E quando se questiona a qualidade da programação e se pede alguma forma de controle sobre os meios de comunicação, as respostas são prontinhas:

(1) assiste quem quer e quem gosta,

(2) a programação é espelho da vida real,

(3) controlar e informação é antidemocrático e ditatorial…

Assim, com tais desculpas esfarrapadas, a bênção covarde e omissa de nossos dirigentes dos três poderes e a omissão medrosa das várias organizações da sociedade civil – incluindo a Igreja, infelizmente – vai a televisão envenenando, destruindo, invertendo valores, fazendo da futilidade e do paganismo a marca registrada da comunicação brasileira…

Um triste e último exemplo de tudo isso é o atual programa da Globo, o Big Brother (e também aquela outra porcaria, do SBT, chamada Casa dos Artistas…). Observe-se como o Pedro Bial, apresentador global, chama os personagens do programa: “Meus heróis! Meus guerreiros!” – Pobre Brasil! Que tipo de heróis, que guerreiros! E, no entanto, são essas pessoas absolutamente medíocres e vulgares que são indicadas como modelos para os nossos jovens!

Como o programa é feito por pessoas reais, como são na vida, é ainda mais triste e preocupante, porque se pode ver o nível humano tão baixo a que chegamos! Uma semana de convivência e a orgia corria solta… Os palavrões são abundantes, o prato nosso de cada dia… A grande preocupação de todos – assunto de debates, colóquios e até crises – é a forma física e, pra completar a chanchada, esse pessoal, tranqüilamente dá-se as mãos para invocar Jesus… Um jesusinho bem tolinho, invertebrado e inofensivo, que não exige nada, não tem nenhuma influência no comportamento público e privado das pessoas… Um jesusinho de encomenda, a gosto do freguês… que não tem nada a ver com o Jesus vivo e verdadeiro do Evangelho, que é todo carinho, misericórdia e compaixão, mas odeia o fingimento, a hipocrisia, a vulgaridade e a falta de compromisso com ele na vida e exige de nós conversão contínua! Um jesusinho tão bonzinho quanto falsificado… Quanta gente deve ter ficado emocionada com os “heróis” do Pedro Bial cantando “Jesus Cristo, eu estou aqui!”

Até quando a televisão vai assim? Até quando os brasileiros ficaremos calados? Pior ainda: até quando os pais deixarão correr solta a programação televisiva em suas casas sem conversarem sobre o problema com seus filhos e sem exercerem uma sábia e equilibrada censura? Isso mesmo: censura! Os pais devem ter a responsabilidade de saber a que programas de TV seus filhos assistem, que sites da internet seus filhos visitam e, assim, orientar, conversar, analisar com eles o conteúdo de toda essa parafernália de comunicação e, se preciso, censurar este ou aquele programa. Censura com amor, censura com explicação dos motivos, não é mal; é bem! Ninguém é feliz na vida fazendo tudo que quer, ninguém amadurece se não conhece limites; ninguém é verdadeiramente humano se não edifica a vida sobre valores sólidos… E ninguém terá valores sólidos se não aprende desde cedo a escolher, selecionar, buscar o que é belo e bom, evitando o que polui o coração, mancha a consciência e deturpa a razão!

Aqui não se trata de ser moralista, mas de chamar atenção para uma realidade muito grave que tem provocado danos seríssimos na sociedade. Quem dera que de um modo ou de outro, estas linha de editorial servissem para fazer pensar e discutir e modificar o comportamento e as atitudes de algumas pessoas diante dos meios de comunicação.

FONTE: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/28414-o-lixo-big-brother-bispo-da-igreja-se-manifesta-sobre-programa

sexta-feira, 6 de abril de 2012

CRISTO ASSASSINOU O ESTADO-DEUS

Já ouvi as frases: Deus está morto; Deus não existe; os judeus mataram Cristo; Cristo não é Deus, mas nunca tinha ouvido a frase de um marxista: Cristo assassinou Deus!

Pesquisei a razão de frase tão agressiva contra o cristianismo. Dá para pensar que o marxista em questão acreditaria na existência de Deus, mas que Ele foi assassinado pelos cristãos por que estes acreditam no Cristo como o próprio Deus.

Acredito sim que o cristianismo é uma obra do próprio Deus Pai. Tenho muitos argumentos neste sentido. Mas de nada adiantam para quem abraçou a religião marxista ou outra religião que vê no cristianismo um empecilho ao domínio total de algum poder terreno.

Cristo nasceu numa pequena cidade muito longe do centro do Império Romano. Hoje seria como se tivesse nascido numa cidade pobre da África. Quem considera que a palavra falada hoje por um homem em Uganda, por exemplo, vá definir o mundo daqui a dois mil anos? Mas Cristo disse palavras nas inóspitas terras do atual Estado de Israel, há dois mil anos, que determinaram a civilização ocidental mais avançada deste século XXI. A obra divina permaneceu até hoje e permanecerá para sempre, mas as obras terrenas desaparecerão.

Outro argumento em favor da divindade de Cristo e do poder de sua palavra pelos séculos vindouros é a de que Cristo disse: Meu reino não é deste mundo. Os marxistas dizem: o homem é da terra. Cristo está no céu e Marx está na terra. Deus disse que tudo aqui na terra é dele, mas que você pode considerar tudo seu. Marx disse que tudo aqui na terra é do estado e que nada é seu. Qual Deus você prefere: O Deus do céu que vela por você e que só lhe cobrará alguma coisa quando você morrer ou o estado-deus que o prende e lhe cobra impostos todos os dias de sua vida?

No reino de Cristo, tudo é seu e de Deus, mas no reino do estado marxista, nada é seu e tudo é do estado que lhe tira a vida quando você se atreve a passar perto da filha do imperador marxista. A religião cristã proíbe o aborto por que mata mulheres e o estado marxista (sempre anticristão) estimula o aborto dizendo que é pela vida da mulher.

O marxismo marcou os séculos XIX e XX depois de Cristo. Engana-se quem pensa que Marx só fez ciência, que só escreveu contra o capitalismo, que era apenas um economista ou que sua frase “a religião é o ópio do povo” (aqui) representa pouco da verdadeira intenção de Marx.

Marx entrou fundo no campo da filosofia e da religião. Queria destruir a humanidade a começar pelo sustentáculo dela que é Deus. O marxismo mais parece uma religião que uma teoria econômica. Na verdade, é uma religião satânica. Os marxistas querem dominar o mundo, mas a fé em Deus, principalmente a cristã, atrapalha o domínio marxista. Por isso, os marxistas têm ódio de Cristo e o acusam de assassinar Deus.

Verdade!! Cristo assassinou o estado-deus. Cristo prendeu o diabo, mas esse peçonhento quer matar o povo usando o estado. Mais que isso, o diabo, hoje, é o próprio estado. Só mesmo um monstro revestido dos poderes do estado poderia matar trezentos milhões de pessoas no século XX. Isto sem contar os abortos, infanticídios e mulhericídios que ocorrem atualmente por conta do esquerdismo.

Antes de escrever o livro “O capital”, em 1863, Marx escreveu outros artigos. A frase "A religião é o ópio do povo"  foi escrita em 1843, no artigo "Crítica da Filosofia do Direito de Hegel". A seguir relaciono outras frases atribuídas a Marx, conforme este link aqui.
1-Os vapores infernais elevam-se e enchem meu cérebro até o enlouquecimento e meu coração seja totalmente mudado. Vê esta espada? O príncipe das trevas vendeu-a para mim.
2-Pois ele marca o compasso e dá os sinais. Cada vez mais ousado, eu me entrego à dança da morte.

3-Ergue-se da minha alma tão claro como o ar, tão forte como meus próprios ossos. Contudo meus braços são possuídos de força para agarrar e triturar a humanidade com a força de um furacão.

4-Arruinado, arruinado. Meu tempo esgotou-se. O relógio parou, a casa do pigmeu desmoronou. Breve apertarei a eternidade ao peito e breve bradarei gigantescas maldições sobre a humanidade.
As frases acima são satânicas. O satanismo também é uma religião e o marxismo é uma derivação da religião de Marx. Lembre-se do mal que o marxismo fez na Rússia, onde o estado-deus assassinou vinte milhões de russos. Na China foram setenta milhões. Particularmente na China, se contarmos os abortos, infanticídios ou mulhericídios, o estado marxista eliminou, além dos setenta milhões iniciais, mais cento e vinte milhões de mulheres.
Veja fotografia da demolição da Catedral de Cristo Salvador de Moscou, em 1931. A União Soviética era marxista desde 1917 e, por isso era um estado “ateu” (estado-deus). Perceba o que os marxistas, socialistas e comunistas (tudo a mesma coisa terrena) fizeram com a fé cristã. Ainda fazem em Cuba, na Coréia do Norte, na China, logo farão na Venezuela e no ...
As fotos estão na Wikipédia.





Publicado com autorização

terça-feira, 20 de março de 2012

...você sabe do Celso?...(VERÍDICO E EXCELENTE!)

- Bom dia, é da recepção? Eu gostaria de falar com alguém que me desse informações sobre um paciente. Queria saber se certa pessoa está melhor ou piorou...
- Qual e o nome do paciente?
- Chama-se Celso e está no quarto 302.
- Um momentinho, vou transferir a ligação para o setor de enfermagem...
- Bom dia, sou a enfermeira Lourdes. O que deseja?
- Gostaria de saber as condições clínicas do paciente Celso do quarto 302, por favor!
- Um minuto, vou localizar o médico de plantão.
- Aqui é o Dr. Carlos plantonista. Em que posso ajudar?
- Olá, doutor. Precisaria que alguém me informasse sobre a saúde do Celso que está internado há três semanas no quarto 302.
- Ok, meu senhor, vou consultar o prontuário do paciente... Um instante só! Hummm! Aqui está: ele se alimentou bem hoje, a pressão arterial e pulso estão estáveis, responde bem à medicação prescrita e vai ser retirado do monitor cardíaco até amanhã. Continuando bem, o médico responsável assinará alta em três dias.
- Ahhhh, Graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!
- Pelo seu entusiasmo, certamente deve ser alguém muito próximo da família!?
- Não, sou o próprio Celso telefonando aqui do 302! É que todo mundo entra e sai desta deste quarto e ninguém me diz coisa alguma. Eu só queria saber como estou.....

Fonte: Recebido por e-mail

quinta-feira, 1 de março de 2012

Jornalismo de Deboche

Stephen Kanitz

Muitos leitores perguntam por que nunca escrevo artigos ridicularizando George W. Bush, desancando o governo PT ou ridicularizando as bobagens ditas por algum de nossos governantes.

Não faço este tipo de colunismo porque é ilimitada a quantidade de bobagens feitas por seres humanos. Estaríamos destruindo todo o papel do planeta se comentássemos cada besteira feita. Depois, o tempo do leitor é curto, um jornalismo construtivo deveria também divulgar possíveis soluções e não ficar somente na crítica dos erros dos outros.

Leitores são presas fáceis desta forma de crítica jornalística, porque ela insinua equivocadamente que somos superiores aos nossos semelhantes, governantes e amigos.
Noventa por cento das nossas conversas é para se comentar gafes e fracassos dos amigos, nunca suas conquistas e realizações, por isto nunca sou o primeiro a sair de uma festa de amigos.

O jornalista do deboche sabe que o sucesso do outro incomoda, e se aproveita disto. O jornalismo do deboche não somente mostra que somos supostamente mais inteligentes do que os que estão no poder, mas tem uma outra coisa “freudianamente” muito importante: mostra que o colunista é mais inteligente do que todos nós juntos.

Não pelas suas idéias originais, critério único para se medir inteligência, mas pela burrice dos outros que o jornalismo do deboche tem o prazer de desancar. Como o debochador sempre trata do passado, quando os erros já são óbvios e evidentes, ele tem sempre a vantagem da onisciência, algo que o governante não teve na hora da sua decisão.

Não faço referência àqueles que escrevem uma crítica de forma construtiva, precisamos ser informados das mazelas e erros do governo. Um artigo debochado de vez em quando nos faz rir e permite agüentar o fardo da incompetência alheia. Mas muitos fazem do deboche a sua especialidade,sua razão de ser.

O jornalismo deve criticar e ao mesmo tempo propor soluções para serem discutidas, inclusive correr o risco de ver a idéia debochada. Só que aí, o artigo teria de ser inovador, competente, criativo, sensato, conciliador, persuasivo e corajoso. A crítica barata é muito mais fácil do que a análise profunda. A análise requer pesquisa, números e estatísticas, o deboche só precisa de uma língua afiada.

Se você adora o jornalismo do deboche, porque ele é engraçado, lembre-se que você está rindo de si mesmo, e embora autocrítica e umas risadas sejam sadias, limitar-se a isto é dar um tiro no pé. O Brasil está diariamente dando tiros no pé, e achando graça.

Num congresso de estudantes colocaram-me para falar em penúltimo lugar, e o encerramento foi feito por um profissional do deboche. Ele simplesmente destruiu o meu discurso otimista anterior, dizendo que o Brasil jamais daria certo, de que estávamos condenados pelo gene do patrimonialismo português, que o fracasso estava no nosso sangue, e assim por diante. Para a minha grande surpresa, a platéia simplesmente adorou. Riam a valer, e no final aplaudiram de pé. Inacreditável para mim!

Se um grande intelectual prevê que o Brasil jamais dará certo, não precisamos nos esforçar. Pode-se justificar o nosso fracasso pessoal, nossa mediocridade individual, como sendo inevitável, é nosso destino. “Não preciso melhorar, a culpa não é minha, a culpa é do Brasil, a culpa é dos portugueses”.

Muitos de nossos intelectuais jogam para a platéia, curvando-se à força do mercado, um discurso de que jamais daremos certo, quando a função do intelectual seria justamente mostrar as soluções, mostrar o caminho, mostrar o que nós pobres mortais não vemos.

Onde estão os poetas que antes nos inspiravam e motivavam, onde estão os filósofos que nos mostravam a essência do que está ocorrendo, onde estão os padres com seus sermões edificantes, onde estão os visionários que nos mostravam o caminho? Eles estão presentes como sempre estiveram, mas hoje estão sem platéia, porque o jovem brasileiro está encantado com o discurso do deboche, é sempre mais fácil culpar os outros.

O jornalismo do deboche é um fenômeno mundial, atingiu até o New York Times. Se acabou acreditando que você é mais competente que Lula, FHC ou Bush, consulte um especialista.

O mundo não é tão simples nem tão ridículo quando lhe fizeram imaginar. Graças a Deus!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

DIFERENÇA QUE FAZ A DIFERENÇA

"Os desejos primários de todas as pessoas são: ser felizes, progredir e ganhar mais dinheiro. Uma forma efetiva de alcançar estes anseios é sendo ricos e prósperos. Assim como há pessoas pobres e ricas, há países pobres e países ricos. A diferença entre os países pobres e os ricos não é a antigüidade do país. Fica demonstrado pelos exemplos de países como Índia e Egito, que tem mais cinco mil de anos de história e são pobres. Ao contrário, Austrália e Nova Zelândia, que há pouco mais de 150 anos eram quase desconhecidos, hoje são, todavia, países desenvolvidos e ricos. A diferença entre países pobres e ricos também não está nos recursos naturais de que dispõem, pois o Japão tem um território muito pequeno e 80% dele é montanhoso, ruim para a agricultura e criação de gado, porém, é a terceira potência econômica mundial: seu território é como uma imensa fábrica flutuante que recebe matérias-primas de todo o mundo e os exporta transformados, também, a todo o mundo, acumulando sua riqueza. Por outro lado, temos uma Suíça sem oceano, que tem uma das maiores frotas náuticas do mundo; não tem cacau mas possui o melhor chocolate do mundo; em seus poucos quilômetros quadrados, cria gado bovino e ovino, bem como cultiva o solo quatro meses por ano, já que o restante do ano, é inverno, mas tem os produtos lácteos de melhor qualidade de toda a Europa. Tal como o Japão não tem recursos naturais, mas dá e exporta serviços, com qualidade muito dificilmente superável; é um país pequeno que passa uma imagem de segurança, ordem e trabalho, que o converteu no Caixa Forte do Mundo. Também não é a inteligência das pessoas a tal diferença, como demonstram estudantes de países pobres que emigram aos países ricos e conseguem resultados excelentes em sua educação, muitos deles por lá ficam trabalhando nos centros tecnológicos mais avançados desses países; outros exemplos são os executivos de países ricos que visitam nossas fábricas e ao falar com eles nos damos conta de que não há diferença intelectual com os nossos executivos. Finalmente não podemos dizer que a raça faz a diferença, pois nos países centro-europeus ou nórdicos vemos como os chamados ociosos da América Latina (nós!!) ou da África, demonstram ser a força produtiva e criativa nesses países.

O que é então que faz a diferença?

A ATITUDE DAS PESSOAS FAZ A DIFERENÇA !

Ao estudar a conduta das pessoas nos países ricos se descobre que a maior parte da população cumpre as seguintes regras, cuja ordem pode ser discutida:

1. A moral como princípio básico.

2. A ordem e a limpeza.

3. A integridade.

4. A pontualidade.

5. A responsabilidade.

6. O desejo de aperfeiçoamento.

7. O respeito às leis e aos regulamentos.

8. O respeito ao direito dos demais.

9. Seu amor ao trabalho.

10. Seu esforço pela economia e investimento pessoais.

Necessitamos de mais leis? Não seria suficiente cumprir e fazer cumprir estas 10 simples regras? Nos países pobres, só uma parcela mínima (quase nenhuma) da população segue estas regras em sua vida diária. Somos pobres porque ao nosso país faltam riquezas naturais? Ou porque a natureza foi cruel para conosco? Ou porque o nosso povo não é inteligente? Ou simplesmente por Nossa Atitude? Nos falta um bom caráter para cumprir estas premissas básicas de funcionamento das sociedades. Oxalá que o nosso povo tão alegre e criativo possa desde já, levar em conta essas atitudes que fazem toda a diferença!

Autor desconhecido













sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

PASTOREANDO O CORAÇÃO DA CRIANÇA

Tedd Tripp
  
Aos pais discípulos de Cristo que têm filhos sob a sua autoridade. Li o texto abaixo no livro: Pastoreando o Coração da Criança, Tedd Tripp, Ed. Fiel, 8ª Reimpressão 2010, pp. 65/66 e passo a compartilhar com vocês aluns trechos:

“Muitos pais cristãos nunca deixariam seus filhos estudarem em escolas públicas, mas colocam-nos em aulas de dança. Recusam-se a deixá-los sob a influência do humanismo secular, na escola, mas os deixam expostos a conceitos de beleza não-bíblicos em aulas de dança.

Quando pergunto porque colocam seus fios nessas aulas, explicam-me que isso tem ajudado o senso de auto-estima das crianças. Existem passagens bíblicas que ordenam o desenvolvimento da auto-estima como objetivo bíblico? Não deveriam estar mais preocupados com um conceito correto sobre nós mesmos? É bíblico construirmos a auto-estima com base na capacidade de se desenvolver uma habilidade física? Não estaríamos encorajando o orgulho proveniente da capacidade de atuar? ...

Muitas destas atividades ensinam seus filhos a confiarem em si mesmos, enquanto a Escritura ensina a pessoa confiante em si mesma é um tolo, cujo coração se afasta de Deus. O amor-próprio e a autoconfiança que a nossa cultura proclama sempre leva o coração a afastar-se de Deus”.

Comentário meu: De fato a ênfase a confiarmos em nós mesmo é um padrão humanista. A Bíblia diz de forma diferente: Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará (Sl 37.5).
Confie no SENHOR de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento (Pv 3.5, NVI).
Deus me ajude a assim, agir como pai, e a todos os meus irmãos para cada vez mais agradarmos ao nosso Senhor!  

Aos pais e filhos: 
Como os nossos filhos se portariam diante da situação em que deveriam ser amáveis como os que os insultam? Quando o coração dos nossos filhos desejam vingança, quando precisam de força para amar o inimigo, quando a fé deles exige que deixem espaço para a justiça de Deus: não há para onde ir senão à Cruz. Eles não poderão conhecer estas atitudes sem conhecer a Cristo. Então nós precisamos estar apontando para os nossos filhos a Cristo, sua obra naqueles que o buscam, seu poder e sua graça; não há outra escolha para quem quer viver o padrão que Ele estabeleceu. Não existe o ‘bateu levou’, ‘eu quero justiça’, mas "Se o seu inimigo estiver com fome, dê comida a ele; se estiver com sede, dê água. Porque assim você o fará queimar de remorso e vergonha." (Rm 12.20, NTLH). Comentário meu ao parágrafo da p. 72 do livro: Pastoreando o Coração da Criança, Tedd Tripp, Ed. Fiel, 8ª Reimpressão 2010. 

Aos Pais: Breve Comentário Sobre a Comunicação Com os Filhos 
A comunicação não apenas disciplina. Ela também discipula; pastoreia o coração dos filhos nos caminhos de Deus. Como é ensinado em Deuteronômio 6. Esta comunicação é dinâmica, ocorre ao deitar, ao acordar, ao levantar, ao andar, ao sentar. 
Frequentemente, os pais estão muito ocupados para falar, a menos que algo esteja errado. Um hábito regular de conversação frequente prepara o caminho para se conversar em situação de crise. Nós nunca teremos os corações dos nossos filhos, se conversarmos com eles somente quando algo estiver errado.
Este comentário é baseado no livro: Pastoreando o Coração da Criança, Tedd Tripp, Ed. Fiel, 8ª Reimpressão 2010, pp. 109/110.

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