... extrema direita, seja lá o que for, mas fala um monte
de verdades que muita gente engravatadinha, ‘politicamente correta’ não tem a
coragem de falar” e com isso a sociedade vai pagando um preço muito alto! Este
é o vídeo de 6 minutos onde ele responde desenvoltamente as perguntas dos
repórteres. Clique no vídeo abaixo:
Artigos e notícias de minha autoria e de outras q contribuam p/ a caminhada dos cristãos e de todos aqueles q têm um coração aberto para a ação de Deus em suas vidas. Sou a favor da vida, da família tradicional (Homem+Mulher+Filhos), da liberdade de crença, de expressão, de imprensa, do empreendedorismo, do respeito à propriedade privada, do pluripartidarismo, da alternância do poder, q as riquezas e as instituições do Brasil beneficiem todos os seus cidadãos.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Apoie Rachel Sheherazade contra a ditadura do discurso único!
PETIÇÃO PARA DIREÇÃO DE JORNALISMO DO SBT
By Guilherme Ferreira · Belo Horizonte, Brasil · 4 feb 2014
By Guilherme Ferreira · Belo Horizonte, Brasil · 4 feb 2014
A jornalista Rachel
Sheherazade, apresentadora do telejornal SBT Brasil, está
sendo perseguida por seus comentários durante o programa que
apresenta. A jovem apresentadora ficou famosa por apresentar
posicionamentos em rede nacional diferentes dos que estamos acostumados a
ouvir: várias vezes criticou duramente o governo Dilma, o PT, posicionou-se
contra o aborto e até mesmo exaltou a vinda do Papa Francisco ao Brasil,
durante a Jornada Mundial da Juventude.
Agora, a intolerância dos
“tolerantes” mostra mais uma vez suas armas: a jornalista está sendo alvo de
duras críticas, e foi inclusive mencionada pelo ex-presidente Lula num almoço
com a bancada do PTB. Lula disse que as opiniões da jovem jornalista “não
tinham embasamento algum”, num claro descontentamento com as
opiniões da jornalista. Além disso, diversas campanhas virtuais têm sido
dirigidas contra a apresentadora, simplesmente porque ela discorda da opinião
dominante vigente.
Mais uma vez, aqueles que se
dizem tolerantes na verdade só toleram as opiniões que estão de acordo com o
discurso único que cada vez mais toma conta dos meios de comunicação em nosso
país. E como se não bastasse, discordâncias mínimas são suficientes para gerar
uma onda de auto-vitimização que, na verdade, tem como fundamento o desejo
de estabelecer um discurso único, sem nenhuma brecha para divergência de
opiniões.
Por isso, peça ao SBT que não
só mantenha a apresentadora no ar, mas que, se possível, amplie o tempo para
seus comentários, que ajudam os brasileiros a perceberem os graves problemas
existentes em nosso país, muitos deles causados diretamente pelos quase 12 anos
de governo do PT.
Deve haver em nosso país um
ambiente em que, na imprensa, na academia ou em qualquer outro contexto, os
profissionais das diversas áreas possam manter debates honestos, nos quais cada
lado possa sustentar seus princípios e opiniões sem
medo de ser patrulhado. A presença de Rachel Sheherazade no SBT
Brasil, ainda que alguém não concorde com todos os seus posicionamentos,
contribui para a manutenção da ordem democrática em nosso país, a qual, infelizmente,
tem sofrido ataques cada vez mais graves pela esquerda autoritária no poder.
Clique aqui para assinar a petição de apoio à essa jovem e intrépida jornalista:
http://www.citizengo.org/pt-pt/746-apoie-rachel-sheherazade-contra-ditadura-do-discurso-unico?tc=fb&tcid=1578083
Clique aqui para assinar a petição de apoio à essa jovem e intrépida jornalista:
http://www.citizengo.org/pt-pt/746-apoie-rachel-sheherazade-contra-ditadura-do-discurso-unico?tc=fb&tcid=1578083
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Escrava Cubana que Atuava no “Mais Médico” deserta e é Perseguida Pela Polícia Federal
Ramona Matos Rodríguez, de 51 anos, a médica cubana. Ela disse que
não consegue viver no Brasil com os US$ 400.00 (mais ou menos R$ 986,00). Ela
está refugiada no gabinete da Liderança do DEM.
“Vou lhes contar uma história que envolve trabalho escravo,
tirania política e, não sei não, podemos estar diante de um caso monumental de
tráfico de divisas, lavagem de dinheiro e financiamento irregular de campanha
eleitoral no Brasil. Vamos com calma”. Ler mais no Blog do Reinaldo Azevedo. Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/escrava-cubana-que-atuava-no-mais-medicos-do-candidato-padilha-deserta-e-perseguida-pela-pf-de-dilma-que-atua-a-servico-dos-irmaos-castro-e-pede-asilo-em-gabinete-de-caiado-deput/
Médica cubana na Câmara exibe contrato com uma tal “Sociedade Mercantil Cubana”, que ninguém sabe o que é (Pedro Ladeira/Folhapress)
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Sugestão Criativa de Desembargador Mineiro: Criação do Programa Social “Adote um Preso”
ROGÉRIO MEDEIROS GARCIA DE LIMA
DE BELO HORIZONTE (MG)
Painel do leitor
10/01/2014 06h25
DE BELO HORIZONTE (MG)
Painel do leitor
13/01/2014 06h37
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/2014/01/1396763-desembargador-critica-reacao-de-leitores-a-sua-carta.shtml
DE BELO HORIZONTE (MG)
Painel do leitor
17/01/2014 05h12
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/2014/01/1398830-desembargador-esclarece-pontos-de-carta-anterior.shtml
DE BELO HORIZONTE (MG)
Painel do leitor
10/01/2014 06h25
Tenho uma sugestão ao professor Paulo Sérgio Pinheiro, ao jornalista Janio de Freitas, à ministra Maria do Rosário e a outros tantos admiráveis defensores dos direitos humanos no Brasil. Criemos o programa social "Adote um Preso". Cada cidadão aderente levaria para casa um preso carente de direitos humanos. Os benfeitores ficariam de bem com suas consciências e ajudariam, filantropicamente, a solucionar o problema carcerário do país. Sem desconto no Imposto de Renda.
ROGÉRIO MEDEIROS GARCIA DE LIMA é desembargador (Belo Horizonte, MG)
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/2014/01/1395677-desembargador-critica-defensores-dos-direitos-humanos.shtml
DESEMBARGADOR CRITICA REAÇÃO DE
LEITORES À SUA CARTA
ROGÉRIO MEDEIROS GARCIA DE LIMADE BELO HORIZONTE (MG)
Painel do leitor
13/01/2014 06h37
Minha carta, publicada neste Painel do Leitor em 10/1, suscitou respostas ofensivas e que não abordam a questão central. Não exerço jurisdição criminal há vinte anos, não sou prepotente e cínico e nem alego que "bandido bom é bandido morto". Indaguei, com ironia, o que esses paladinos dos "direitos humanos" têm a oferecer além de retórica e tinta de impressora.
ROGÉRIO MEDEIROS GARCIA DE LIMA é desembargador (Belo Horizonte, MG)Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/2014/01/1396763-desembargador-critica-reacao-de-leitores-a-sua-carta.shtml
DESEMBARGADOR ESCLARECE PONTOS DE CARTA ANTERIOR
LEITOR ROGÉRIO MEDEIROS GARCIA DE LIMADE BELO HORIZONTE (MG)
Painel do leitor
17/01/2014 05h12
A Constituição endereça garantias a todos, inclusive o direito à livre manifestação do pensamento. Minha experiência como juiz em Minas Gerais foi de total desamparo na resolução de problemas relativos a presos e menores infratores. Tinha de me virar sozinho e pedir apoios inusitados a religiosos e a outros poucos abnegados. Por isso, sou cético sobre discursos de defensores dos "direitos humanos só para criminosos". Não concordo com todas as posições de Janio de Freitas, "Poder", 14/1), embora o respeite por sua coragem e integridade. Sobre esse assunto, discordaremos sempre.
ROGÉRIO MEDEIROS GARCIA DE LIMA é desembargadorFonte: http://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/2014/01/1398830-desembargador-esclarece-pontos-de-carta-anterior.shtml
MINHAS CONSIDERAÇÕES PESSOAIS SOBRE O TEMA
Nessa breve manifestação, o Desembargador de forma irônica, mas original, critica os teóricos dos Direitos Humanos, que não oferecem condições concretas de mudanças. O Magistrado fala também das condições precárias dada pelo Estado para melhorar as acomodações dos encarcerados.
O problema é complexo e de múltiplas ações, mas grande parte da violência nos presídios não está ligada somente à superpopulação pela falta de investimento na construção e ampliação de prédios adequados para os encarcerados, mas na morosidade da Justiça em virtude das nossas leis processuais pouco céleres; pela grande quantidade de processos por número de juízes; na corrupção de alguns agentes carcerários que permitem a entrada de armas e por fazem ‘vistas grossas’ nas inspeções aos alojamentos dos internos.
Verdade é que o Estado também não tem conseguido dar as condições mínimas de vida digna à grande parte da população que vive em extrema pobreza e que está em liberdade. Sobre esse tema tenho postado um vídeo com breve comentário, cujo título é: Projeto de Lei Para o Bem Estar dos Presos: http://blogdocutrim.blogspot.com.br/2012/11/a-seguir-comentarios-acerca-do-novo.html
Pouco se fala das famílias vítimas (mães, viúvas e órfãos) dos crimes desses encarcerados. Cuidemos de melhorar as condições dos encarcerados sem esquecer as vítimas desses criminosos.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
A Funai e os Conflitos Indígenas no Brasil
De tanto ouvir sobre conflitos entre índios e não índios, chamados de brancos, conflitos esses que muitas vezes ceifam vidas, procurei pesquisar as causas desses litígios. Li várias matéria nos jornais de grande circulação no Brasil e em outros meios de comunicação. Em breve colocarei, de forma reduzida, um pouco dessas matérias com os respectivos links, à disposição dos meus leitores. Como resultados dessa pesquisa elaborei um artigo onde manifestando a minha opinião sobre o assunto, que divido em duas partes. Hoje posto a primeira, nesses próximos dias postarei a segunda parte.
A nossa
cultura e o nosso país, devem muito aos índios, como aos negros e aos brancos
das mais variadas origens. Esse é um fato! Reconhecemos que somos um país
privilegiado e rico de matizes dessas culturas! Mas queremos traçar alguns
comentários sobre a política indigenista brasileira, tendo como protagonista a
Funai, órgão governamental, responsável pela implementação dessa política.
A Funai
quer preservar os índios, em especial, os da Amazônia, como se fossem animais em
extinção: dentro da selva, sem contato com a civilização, mas índio quer moto,
carro, barco motorizado, antena parabólica, celular, bebida, droga, etc. No
bojo desses usufrutos da vida da “civilização”, vem as dependências alcoólicas,
químicas, as doenças sexualmente transmissíveis, desarmonia na família, suicídios, brigas
dentro das aldeias, assassinatos, etc. Problemas para o governo cuidar e
justificar o pedido de mais verbas para fazer frente a essas ‘maravilhas do
mundo civilizado’! Agora,
quando missionários cristão, baseados nos valores de sua fé buscam a unidade da
família indígena, preservando a língua e a cultura, aí toca em interesses outros, onde parte
de funcionários da Funai tornam-se verdadeiros inimigos desses abnegados
missionários.
Leia
trechos da matéria que a Veja publicou há alguns anos mostrando a harmonia de
uma tribo indígena com a população de uma cidade mais próxima. Veja
nº 6 de 11.02.98, pg. 52/56, intitulado: A Lei
da Bíblia na Selva ,
trabalho começado nos
anos 40, por uma missão americana .
“Na
porção mais remota da mata, às margens do rio Içana, vivem as tribos baniva e
curipaco, duas das mais interessantes comunidades de toda aquela área. Essas
duas nações reúnem cinquenta aldeias, habitadas por índios que têm título de
eleitor, sabem ler e escrever e adoram cantar o Hino Nacional, sem ter, no
entanto, perdido a essência de sua herança indígena.
A
convivência harmônica do mundo com o antigo é mais espantoso quando se sabe que
foi Jesus Cristo — o Deus dos Brancos — outrora uma ameaça para a cultura
indígena, que acabou garantindo sua sobrevivência. Eis uma novidade capaz de
abalar muitas das teorias antropológicas, mais especificamente a que via o
evangelho como um vilão responsável pela aculturação indígena ... a Bíblia
converteu-se num poderoso veículo de coesão cultural.
Hoje,
protegidos pela natureza e pela religião, eles parecem prontos para sobreviver,
como índios e cidadãos”.
Com a
leitura desse relato, percebe-se o descabimento de certos membros do Ministério
Público Federal em ameaçarem missionários de etnocídio (destruição da civilização ou cultura de uma etnia
por outro grupo étnico). O que tem destruído certos grupos indígenas é sem
dúvida, a permissividade própria do “mundo civilizado”, a não a assimilação de
reais valores cristãos.
É verdade que há índios que são
trabalhadores, jovens que desejam estudar, etc., no entanto, há uma grande
parte de índios aldeados que tem acesso a vilarejos e cidades próximas às suas
aldeias, que dirigem motos, barcos motorizados, com certo grau de instrução,
que ‘pintam e bordam’ nesses lugarejos, sendo tratados como ‘inimputáveis’.
Contra eles não pesam as leis. Quem sofre com isso são as populações dessas
localidades.
Vários segmentos da sociedade, do
estado Brasileiro (Ministério Público Federal, Procurador de Justiça,
Prefeitos, etc.) e da mídia, tem afirmado que o Governo Federal vem sendo
omisso por décadas em sanar os conflitos fundiários que envolvem populações
indígenas.
A mídia anunciou que o Governo
Federal deslocou 300 homens em uma Força Tarefa constituída de militares do
Exército, da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Além do
deslocamento de autoridades: Gens. Comandante Militar da Amazônia, o Comandante
da 17ª Brigada de Porto Velho, o Comandante da Força Nacional de Segurança, o
Comandante da Polícia Rodoviária Federal e Representante do Ministério Púbico
Federal. Quanto não deve sair para os Cofres da União manter esses homens em
operação, numa região inóspita, por mais de 90 dias, que pode ser prorrogado.
Certamente seria mais em conta se houvesse uma política preventiva, de
demarcação das terras indígenas.
A Força Nacional de Segurança foi
chamada, também, em 2013 no Maranhão, Mato Groso e Bahia. Em alguns desses
estados ela ainda está mobilizada. Aumentando mais os custos dos Cofres da
União.
A mídia também anunciou que há
indícios de instigamento das lideranças indígenas por parte de funcionários da
Funai. O que não é de estranhar-se pelos interesses ideológicos que permeiam
aquele órgão.
O Brasil, graças a Deus, é um país
multirracial, vários desses povos mantém suas culturas originais (de Norte a
Sul) através festas típicas. Há casamentos com pessoas de outras etnias,
trabalham, estudam, servem as Forças Armadas, são perfeitamente integrados na Grande Nação Chamada Brasil, mas com
grande parte dos índios isso não acontece, ultimamente, certamente há
influências externas, das políticas raciais defendidas pelo Governo Federal e
ONGs racialistas, para mantê-los segregados, mas sem abrir mão do usufruto dos
benefícios do mundo moderno, à custa da dita população ‘branca’.
Em consonância com o afirmado, nos
dois parágrafos anteriores veja o que diz Demétrio Magnoli, articulista da
Folha de S. Paulo, em seu artigo, do dia 11 de janeiro de 2014: O Arco, a
flecha e o avião: "Em nenhum momento a gente falou que meu pai
foi assassinado. A gente viu que ele caiu da moto." As palavras de Gilvan,
filho do cacique morto, confirmam as conclusões da perícia policial, mas
contrastam com o texto do coordenador regional da Funai, Ivã Bocchini, postado
no blog do órgão, que sugeria a hipótese de assassinato. O cacique "era
como um chefe de Estado", escreveu Bocchini, exigindo que "seja
apontada a verdadeira causa da morte" e celebrando "a luta do povo
Tenharim".
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/demetriomagnoli/2014/01/1396275-o-arco-a-flecha-e-o-aviao.shtml
Onde já se viu um grupo étnico
cobrar pedágio, das pessoas que passam por Rodovias Federais em terras que são
ou foram suas? Cobrança de pedágio é próprio de um ente estatal ou
concessionária, por este delegado. Firmando nesse raciocínio daria direito às
famílias de todos os Estados do Brasil cobrarem pedágios em terras que foram
suas e/ou de seus antepassados, mas desapropriadas pela União ou pelos Estados
da Federação, para passagem de rodovias.
O cacique Aurélio Tenharim, mesmo
com o pedido do Gen. Vilas Boas, Comandante Militar da Amazônia para que
parassem de cobrar pedágio, afirma de forma categórica: “Deixemo
claro que a casa onde foi destruído vai ser construída agora esta semana e dia
1º volta a funcionar”. Diz ainda: que cobrar pedágio é o que os
flanelinhas na cidades. Isso mostra que ele está bem informado ou alguém de
fora pôs em sua boca, tal argumento. Jornal Nacional de 07.01.14.
Segundo o cacique, cobram pedágio
por ser a única fonte de renda do seu povo. O índio tradicional pesca, caça,
planta roça, extrai frutos da floresta, etc., ou eles têm sido orientados a não
exercer essas atividades por serem obrigação dos brancos o manterem? É sabido
que há programas sociais do Governo Federal voltados para as populações
indígenas. A Funasa foi criada para cuidar da saúde indígena. Quando estes
adoecem e os recursos médicos nas aldeias não são suficientes, são estes
transportados de avião para os centros onde há recursos médico-hospitalares.
Privilégio esse que não possuem as populações ribeirinhas.
Diante desses fatos é hora de
medidas imediatas que vissem sanar essa leniência do Poder Público, com vistas
a resolver o problema dos tenharins com a população da cidade Humaitá, bem como
os demais conflitos nos estados: Mato Grosso do Sul, Bahia, Rio Grande do Sul,
etc. Não só é bom para a pacificação desses povos, como o contribuinte
agradece. Também a opinião pública internacional está avaliando a competência
do Governo Brasileiro em tratar esses conflitos fundiários, assim como o
relacionamento das comunidades indígenas coma as populações em sua volta.
A hora urge decisões eficazes!
Manoel Soares Cutrim Filho, graduado em Direito e em Ciências Contábeis pela UNB, advogou por mais de 25 anos, Ex-Auditor Federal de Controle Externo do TCU. Discípulo de Cristo em Caldas Novas - GO. E-mail: cutrim@terra.com.br
Assistam também o discurso feito no Plenário do Senado, pela Sen. Kátia Abreu, do Estado de Tocantins, sobre o assunto.
Poderá também ler
sobre o assunto:
Grita geral contra novos procedimentos de demarcações das terras
indígenas!
Farsa do Cadastramento de Não Índios Para Engrossar as
Invasões de Terras no Sul da Bahia
Assistam também o discurso feito no Plenário do Senado, pela Sen. Kátia Abreu, do Estado de Tocantins, sobre o assunto.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Como Estão Sendo Usados os Recursos Públicos na Cracolândia, Pela Prefeitura da Cidade de São Paulo!
24 de janeiro de 2014 |
14h 38
Laura Maia de Castro - O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Usuários de crack que trabalharam toda a semana no
programa Braços Abertos, da Prefeitura de São Paulo, recebem o primeiro
salário - R$ 15 por dia trabalhado como varredor - nesta
sexta-feira, 24, no Instituto Dom Bosco, no centro, onde também farão
curso de capacitação. "Vou comprar um condicionador,
desodorante, um vestido que custa R$ 10 lindo que vi numa loja, mas não vou
mentir que algum dinheiro do que sobrar vou usar para comprar uma pedra das
boas", disse a dependente Daiane, que está grávida de três
meses.
Uma parte da força de trabalho jovem perdida! Um peso para a sociedade! Só Deus pode mudar essa realidade. Se essas pessoas assim desejarem!
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Croatas Votam Contra União Gay
Após referendo,
Constituição barrará casamento de pessoas do mesmo sexo
Publicado:
ZAGREB - Os croatas votaram e decidiram neste domingo: casamento, só
entre homem e mulher. Foi aprovado no país, em referendo, uma revisão da
Constituição para impedir o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A iniciativa
partiu da oposição conservadora e contou com o apoio da Igreja Católica, mas
foi criticada por adversários como discriminatória contra os homossexuais.
A solicitação para que o referendo acontecesse cresceu após o governo
introduzir, no ano passado, a educação sexual nas escolas e, em seguida, dar a
entender que iria conceder alguns direitos a casais do mesmo sexo, como à
herança, por exemplo, embora o país não permita o casamento formal entre eles.
A Croácia, que entrou na União Europeia em julho, é um país fortemente
católico, com cerca de 90% de seus 4,4 milhões de habitantes fiéis à Igreja,
que apoiou incondicionalmente o referendo.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Fernando Haddad Criou a “Bolsa Crack”.
Mais
um exemplo de falência da AUTORIDADE, em Governos de Ideologias Liberalizantes:
A
bolsa Crack Patrocinada Pelo Prefeito de São Paulo. Fernando Haddad. Abaixo, parte da Matéria publicada por Reinaldo
Azevedo, Colunsta da Folha de São Paulo e da Veja.
Parte inferior do
formulário
Haddad: ele entregou para sempre o
Centro de SP ao consumo e ao tráfico de drogas
As
palavras são fortes, sim, mas, infelizmente, as coisas precisam ser
classificadas segundo aquilo que são. De fato, a gestão do petista Fernando
Haddad deu início, nesta terça, ao financiamento público do consumo de crack.
Agora é para valer: está criada a “Bolsa Crack”. E, como sempre, os que
trabalham, os que levam uma “vida careta”, passarão a financiar o consumo dos
viciados, que não terão nem mesmo de se submeter a tratamento para receber
salário, comida e moradia gratuitas.
A
primeira grande impostura
Vamos
ver o que a Prefeitura decidiu fazer e analisar as medidas no detalhe. O Jornal Nacional levou
ao ar nesta terça uma reportagem bastante favorável ao programa da Prefeitura.
Faz sentido. A emissora está ligada a grupos e entidades que defendem a
descriminação das drogas e se opõem à internação de viciados. Mas não estão
livres dos fatos.
Se o
objetivo, como se anuncia acima, é “acabar com a Cracolândia”, então é preciso
apontar a primeira impostura: o público volante da região é de… DUAS MIL
PESSOAS, NÃO DE 300. Se o programa, então, pretende extinguir a Cracolândia
oferecendo emprego, comida e moradia a 300 viciados, cumpre perguntar o que
pretende fazer com os outros… 1.700!
A
terceira grande impostura
E
como é que se decidiu pôr fim à favela? Ora, premiando com emprego, salário,
comida e moradia gratuitas aqueles que decidiram criá-la. Eles foram
cadastrados e “convencidos” a deixar os seus barracos. Em troca, terão de
trabalhar apenas quatro horas por dia na conservação de logradouros públicos,
além de dedicar duas horas a cursos de qualificação.
Mas essa segunda parte não é obrigatória.
Receberão, a cada dia, R$ 15 — ao fim do mês, note-se, o benefício será maior
do que a maioria do que paga, per capita, o Bolsa Família: como sábados e
domingos são remunerados, serão R$ 450 mensais. Ser viciado, em São Paulo e no
Brasil, é moralmente superior a ser apenas pobre. Entenderam?
A
coisa não para por aí. Os viciados do Bolsa Crack de
Fernando Haddad terão vantagens que os beneficiários do Bolsa Família não têm:
vão morar de graça em hotéis do Centro especialmente preparados para isso, e
terão direito a três refeições por dia.
Cada
um deles custará R$ 1.086 à Prefeitura.
O
programa do governo do Estado paga, sim, para os que participam do programa
Recomeço. Mas eles são obrigados a se tratar, e o
pagamento é feito à comunidade terapêutica, não ao viciado.
A
quarta grande impostura
O
aspecto mais deletério — e eticamente asqueroso — do programa de Haddad é que
os viciados não serão obrigados a se tratar.
Isso
tudo é música — macabra! — para os ouvidos do que chamo de “militantes da
cultura da droga”.
Se
estamos tratando de uma escolha individual, que cada um faça a sua! Mas não
pode morar no logradouro público. Não pode receber um salário por isso. Não
pode comer de graça por isso. Não pode morar de graça por isso. Se, no entanto,
o estado tiver de arcar com as consequências, então ele tem o direito de fazer
exigências.
A
quinta grande impostura
Pesquisem,
conversem com especialistas. Crack não é maconha. Crack não é cocaína... A possibilidade de um viciado deixar a
droga sem ajuda médica — e o concurso de alguns fármacos — é praticamente nula. Mais: não
existe uma forma,
digamos, minimamente digna de conviver com o consumo da pedra. Ela rouba a
vontade, os valores, a ética, a moral, tudo.
De
resto, os consumidores da Cracolândia têm renda. Fazem bicos, trabalham
como catadores, praticam pequenos furtos… Há pessoas que chegam a consumir mais
de R$ 50 por dia em pedras. O dinheiro que Haddad vai lhes fornecer, assim,
atuará como uma renda suplementar.
É
EVIDENTE QUE É MUITO MAIS BARATO FINANCIAR O VÍCIO DO QUE FINANCIAR A CURA,
COMO TENTA FAZER O GOVERNO DO ESTADO.
Concluindo
No projeto original, não sei se a medida será implementada, os dependentes também teriam direito a… andar de graça nos ônibus — não estou brincando. Vai ver é uma forma de tentar espalhar os viciados cidade afora, sei lá… Já houve quem sugerisse que eles tivessem prioridade em programas de moradia. A cultura de glorificação das drogas é capaz das piores bizarrices.
No projeto original, não sei se a medida será implementada, os dependentes também teriam direito a… andar de graça nos ônibus — não estou brincando. Vai ver é uma forma de tentar espalhar os viciados cidade afora, sei lá… Já houve quem sugerisse que eles tivessem prioridade em programas de moradia. A cultura de glorificação das drogas é capaz das piores bizarrices.
Não
há prazo para os beneficiários deixarem os hotéis. Isso quer dizer o óbvio: não
sairão nunca mais. Um
tipo de programa como esse, ... a demanda só irá aumentar. A tendência é que
viciados de várias outras partes do estado e do Brasil procurem a cidade de São
Paulo. A lógica é econômica.
Esqueçam
qualquer processo de revitalização. Nunca mais acontecerá. O PT entregou, para
sempre, uma área da cidade ao consumo e, por óbvio, ao tráfico de drogas.
Com
um ano de gestão, Haddad já consolidou parte de sua herança maldita. Aguardem:
ele ainda tem muitas outras ideias na cabeça.
Por
Reinaldo Azevedo
sábado, 11 de janeiro de 2014
INDÍGENAS, TAMBÉM SÃO OBJETO DA GRAÇA DE DEUS
“... e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém,
como em toda a Judéia
e Samaria, e até aos confins da terra.” At. 1:8.
Com os mais de quinhentos anos do descobrimento do Brasil, pomo-nos a
pensar sobre a grande dádiva recebida dos povos indígenas que habitavam aqui,
antes que viessem os portugueses: a nossa culinária, língua, artes, costumes,
plantas, ervas medicinais, frutas e cultura em geral, refletem a influência dos
silvícolas.
Os primeiros habitantes de nossa pátria e do
continente americano constituem um povo bonito, habilidoso e no seu estado
natural são muito alegres.
O denominado “homem branco” foi e em alguns casos tem sido implacável
com os nossos índios: matando-o, seviciando-o, escravizando-o, degradando-o,
etc. Alguns ditos civilizados não tinham certeza se os nativos possuíam alma.
O processo de integração na cultura ocidental tem sido na maioria das
vezes traumático e levado muitos à marginalização, transformando-os em bêbados
e mendigos.
Como povo brasileiro temos sido influenciados
pela história preconceituosa contada pelo conquistador, pelo colonizador, no
sentido de que os indígenas são selvagens, sem alma, preguiçoso, etc. Como
cristãos devemos romper com essa mentalidade, e quando aparecer um indígena em
nossas congregações, que o nosso sentimento não seja de reserva, desconfiança,
ou vê-los como alguém inferior, pois é bom lembrarmos que muitos de nós
somos também descendentes de índios, que junto com o branco e o negro formam as
três raças básicas da nossa etnia.
Ao recebermos um índio em nossas congregações, seja com mais amor,
mesmo que ele venha como pedinte. Além de estarmos cumprindo um mandamento,
podemos estar abrindo portas de alguma aldeia para a propagação do Evangelho do
Nosso Senhor Jesus Cristo.
Graças a Deus que missionários cristãos,
americanos e europeus, por décadas, e nos últimos trinta anos, brasileiros, tem
trabalhado no meio de diversas tribos dos nossos índios, anunciando a
Palavra de Deus e traduzindo-a para as respectivas línguas. Na maioria das
vezes, a própria escrita de cada língua indígena, foi estruturada por estes.
Mesmo com todas as dificuldades, por serem os primeiros grupos mencionados,
estrangeiros, e pela falta de cooperação, e até resistência, em alguns casos,
de órgãos governamentais, apesar de tudo isso, A SEMENTE TEM PROSPERADO.
“Na porção mais remota da mata, às margens do
rio Içana, vivem as tribos baniva e curipaco, duas das mais interessantes
comunidades de toda aquela área. Essas duas nações reúnem cinqüenta aldeias,
habitadas por índios que têm título de eleitor, sabem ler e escrever e adoram
cantar o Hino Nacional, sem ter, no entanto perdido a essência de sua herança
indígena.
A convivência harmônica do mundo com o antigo
é mais espantoso quando se sabe que foi Jesus Cristo — o Deus dos Brancos —
outrora uma ameaça para a cultura indígena, que acabou garantindo sua
sobrevivência. Eis uma novidade capaz de abalar muitas das teorias
antropológicas, mais especificamente a que via o evangelho como um vilão
responsável pela aculturação indígena ... . Bíblia converteu-se num poderoso
veículo de coesão cultural.
Hoje, protegidos pela natureza e pela
religião, eles parecem prontos para sobreviver, como índios e cidadãos”.
Sabemos que na obra do Senhor, trabalhamos é para Ele e não para o
homem, quem sabe seja firmado nesse entendimento que o povo cristão muito pouco divulga os seus trabalhos,
que também possuem repercussão no campo social. Acreditamos que se faz
necessário uma maior divulgação de trabalhos dessa natureza, para que tanto os cristãos
tomem conhecimento como a sociedade em geral com o fim de ser externado as suas
formas de apoio. Quantos trabalhos como esse mostrado na matéria da revista
Veja, ainda há pelos rincões desse imenso Brasil?
Talvez pela falta de visão e por sermos
muitos grupos distintos, cada um com suas dificuldades próprias, fomos muito
omissos, até então, na evangelização dos povos indígenas. Entendemos que está
na hora de acordarmos, como povo cristão do Brasil, e cumprirmos o Ide do Nosso Senhor Jesus para com os índios
brasileiros.
Temos ânimo
para enviar missionários a povos
não alcançados, em
outros continentes ,
o que é muito
bom , no entanto ,
há um número
significativo de lugarejos
distantes no Norte ,
Nordeste e Centro
Oeste que
não possuem uma congregação que a tem
Cristo como seu único Senhor (Kyrios), bem como tribos dos
nossos aborígines
que ainda
não foram alcançados pelo
Evangelho . As igrejas
cristãs no país têm um
potencial muito
grande para efetivar mudanças da realidade
social , eclesiástica
e, sobretudo , espiritual
dos povos indígenas
que habitam as terras
brasileiras. Se todos os segmentos cristãos do Brasil tivesse como
prioridade, já teria evangelizado os lugarejos distantes
e todas as tribos
indígenas do nosso
país . Que
possamos ir “aos confins
da terra ” sem ,
no entanto , esquecermos de “Samaria”.
Glórias ao Senhor, porque o seu povo tem
contribuído e contribuirá para o cumprimento da visão apocalíptica do Apóstolo
João: “Depois destas cousas vi, e eis grande multidão que ninguém podia
enumerar, de todas as nações, tribos,
povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de
vestiduras brancas, com palmas nas mãos;” Ap. 7:9.
domingo, 5 de janeiro de 2014
DIVERSIDADE SEXUAL – Pronunciamento oficial da Convenção Batista Brasileira reunida em sua 93ª Assembleia Geral realizada em Aracajú-SE – Janeiro de 2013
Onde se fizeram representar cerca de 2 milhões de Batistas Brasileiros através de suas 10.000 Igrejas Batistas afiliadas à Convenção Batista Brasileira.
Considerando
que as liberdades de consciência e religiosa são princípios fundamentais
garantidos pela Constituição (Art. 5º, IV, VI e VIII), nós, Batistas da CBB,
fundamentados no princípio de liberdade religiosa, somos compelidos por nossa
fé cristã a nos pronunciar em defesa das citadas liberdades.
Consideramos
ser nosso direito e dever apresentar este pronunciamento à luz da verdade que é
baseada na Bíblia, na razão (a qual, cremos ser um dom de Deus) e na natureza
da pessoa humana. Ressalte-se que a Bíblia Sagrada é nossa única regra de fé e
prática, onde encontramos a verdade revelada de Deus para a conduta humana.
Assim, conclamamos cristãos e não-cristãos a que ponderem e reflitam cuidadosa
e criticamente nas questões aqui apresentadas.
À luz dos §§
III e V do Art. 226 da Constituição Federal combinado com o Art. 1514 do Código
Civil Brasileiro, entendemos que o casamento se restringe à união de um homem e
uma mulher por natureza de nascimento.
A exemplo do
Projeto de Lei Complementar 122/2006, o Estatuto da Diversidade Sexual, entre
outras coisas, tem como objetivo criminalizar a homofobia (Art. 1º), assegurar
casamento homoafetivo (Art. 15), proibir tratamento e até mesmo promessa de
cura a não-heterossexuais (Art. 53), assegurar oportunidades de trabalho para
os beneficentes do Estatuto (Art. 73 § único), adotar políticas públicas em
nível nacional, estadual e municipal visando a conscientizar a sociedade da
igual dignidade dos heterossexuais, homossexuais, lésbicas, bissexuais,
transexuais, travestis, transgêneros e intersexuais (Art. 105).
Quanto à
homofobia, somos contra qualquer tipo de discriminação, desrespeito, abuso ou
violência, seja ela contra quem for. Todavia, nos reservamos o direito
constitucional (liberdade religiosa) de discordar da prática homossexual, por
entender que é biblicamente pecaminosa e viola o padrão original de Deus para
os seres humanos. O Antigo e o Novo Testamento desaprovam severamente práticas
homossexuais (Lv 18.22; 20.13; Is 3.9; Rm 1.24-27; 1 Co 6.9-10; 1 Tm 1.9-10).
Consequentemente, não aprovamos tais práticas.
Em relação
ao chamado casamento homoafetivo, entendemos que uniões legais amparam arranjos
de pessoas do mesmo sexo que decidem estabelecer um relacionamento de união e
que necessitem legar herança, visitar companheiros em hospitais etc. Por outro
lado, o matrimônio biblicamente instituído por Deus é uma união integral de
corpo e mente (Gn 2.18,23-24), baseado em um compromisso de permanência e
exclusividade entre o sexo masculino e o sexo feminino, e selado pelo ato
sexual. A Bíblia Sagrada apresenta a criação dos seres humanos em dois sexos:
“…homem e mulher os criou” (Gn 1.27). Tal criação visava ao casamento, expresso
em companheirismo, união sexual e procriação (Gn 2.23-25). Jesus Cristo
reiterou esta norma ao afirmar “que o Criador desde o princípio os fez homem e
mulher, e disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua
mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Mt 19.4-5). Esta união tem valor
intrínseco, independente de procriação. Todavia, se houver filhos, a união se
aprofunda e enriquece. Entendemos que o casamento, nos parâmetros bíblicos,
salvaguarda os interesses das crianças. Adicionalmente, cremos que é direito de
toda criança ter pai e mãe. Portanto, o Estado deve reconhecer e apoiar o
matrimônio. Não concordamos com a criação de um novo modelo de casamento
contrariando a Bíblia, a própria Constituição (Art. 226) e o Código Civil (Art.
1521). Por sinal, quebrada a normatividade do casamento heterossexual, os mais
diferentes modelos poderiam ser propostos, tais como: casamento aberto,
casamento incestuoso, casamento temporário, casamento poligínico, casamento
poliândrico etc. Ministros religiosos não podem ser forçados a realizar e
reconhecer uniões homoafetivas e devem ser respeitados em seus direitos
humanos.
No que se
refere a proibir tratamento e até mesmo promessa de “cura” a não
heterossexuais, tem-se presentemente ampla evidência de pessoas que foram
homossexuais praticantes, e através de tratamento foram restauradas. Portanto,
tal proibição é um contrassenso. A Bíblia registra a restauração em I Coríntios
6.9-11, “…Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem
efeminados, nem sodomitas, … herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de
vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em
o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.” Consequentemente,
defendemos que ministros religiosos e profissionais liberais devem ter
assegurado o direito de ministrar tratamento a homossexuais que assim o
desejem.
No que diz
respeito a assegurar oportunidades de trabalho para não-heterossexuais,
entendemos que forçar empresas ou instituições a empregarem pessoas cujo
comportamento ou crenças são contrários à visão das citadas organizações
constitui violação constitucional.
Quanto a
adotar políticas públicas em nível nacional, estadual e municipal visando a
conscientizar a sociedade da igual dignidade dos heterossexuais, homossexuais,
lésbicas, bissexuais, transexuais, travestis, transgêneros e intersexuais; vale
ressaltar que o termo “dignidade” pode fazer referência a, pelo menos, duas
coisas: (1) à dignidade intrínseca, fundamento dos direitos humanos, absoluta e
que todo ser humano possui simplesmente por ser humano, criado à imagem e
semelhança de Deus (Gn 1.27); ou (2) à dignidade moral, que não é absoluta, mas
gradual, relativa ao comportamento moral de uma pessoa; ou seja, quanto mais os
atos de um indivíduo estiverem de acordo com o que é correto, maior a dignidade
moral dessa pessoa. De acordo com este último conceito, consideramos que todas
as práticas sexuais que se desviem do padrão bíblico são moralmente
deficientes. Promover políticas públicas que deixem subentendido que todas
as práticas sexuais são igualmente corretas e desejáveis, representa absoluta
contradição ao ensino bíblico relativo ao matrimônio, base da família, célula
mater do Estado. Somos contrários, portanto, a tais ações e rejeitamos
veementemente o art. 105, pois está sutilmente fazendo alusão a esse último
conceito de “dignidade”.
Finalmente,
rejeitamos qualquer instrumento de coerção que nos force a concordar com
práticas inconstitucionais e antibíblicas. Por sinal, vale enfatizar que esse
Estatuto é inconstitucional, ilegal, heterofóbico e cristofóbico. Sabemos que
quando os poderes terreno e divino colidem, nossa obrigação é “obedecer a Deus,
e não a seres humanos” (At 5.29). Portanto, nenhum poder na terra — seja
cultural ou político — nos forçará ao silêncio ou à acomodação.
Comissão de
Altos Estudos da Convenção Batista Brasileira,
Pr. Dr. David Bowman Riker, relator
Aracajú (SE), 29 de Janeiro de 2013
Pr. Dr. David Bowman Riker, relator
Aracajú (SE), 29 de Janeiro de 2013
Outros posts correlacionados:
- Filha criada por casal lésbico cresce
e se manifesta contra o casamento gay
- O que é criminalizar a homofobia?
- Papa Francisco é Contra a Adoção Gay:
"Cada Pessoa Precisa de um Pai Masculino e uma Mãe Feminina'.
- Um gay muito consciente! Breve vídeo
- Vamos Apoiar Dolce e Gabbana, contra a 'inquisição gay', por
serem a favor da família tradicional
- Educação Sexual é
Responsabilidade da Família e não das Escolashttp://blogdocutrim.blogspot.com.br/2015/05/educacao-sexual-e-responsabilidade-da.html
Assinar:
Comentários (Atom)






